Guilherme Fiúza, a imprensa e o caso Isabella


Guilherme Fiúza é jornalista, blogueiro, escritor - é dele o livro que resultou em “Meu Nome Não é Johhny”. Há dezoito anos, em seu apartamento, tropeçaram próximo da janela. Seu filho, de apenas um mês, estava nos braços e, com o tropeço, caiu do oitavo andar. Foi um acidente. Em menos de uma hora, dois guardas armados da polícia militar já estavam no local, impedindo a saída dele e de sua então mulher. Eram suspeitos “daquela tragédia que, por si só, era suficiente para” os “aniquilar”. Os vizinhos, “afoitos ou talvez interessados em fazer o bem, mas com certo açodamento”, passaram diversas informações equivocadas sobre brigas que teriam acontecido no apartamento. Um advogado foi chamado para ver como eles poderiam provar que eram inocentes diante da acusação. Um batalhão de jornalistas já estava na porta do prédio aguardando a saída do casal, que, depois, conseguiu esclarecer tudo e provar sua inocência.

Naquela dura situação, após perderem o filho de um mês, eles tiveram que lidar com a “tragédia sobre a tragédia”. Eles não eram culpados, mas pareciam ser, o que foi suficiente para haver um julgamento precoce pela opinião pública - e, ainda antes dela, pela imprensa.

Guilherme contou isso em seu blog e também ao jornalista Marcelo Parada, hoje, na rádio BandNews FM. Só trouxe sua experiência à tona por acreditar ser importante a opinião pública tomar conhecimento dela nesse momento em que algo tão parecido acontece no tratamento do caso Isabella. Transcrevi boa parte do depoimento, que é de extrema importância para todos que se envolvem com o jornalismo, seja produzindo ou consumindo notícias. Aqui está:

Quando aconteceu o caso com a Isabella, sem eu ter a menor idéia se havia ou não culpa do pai e da madrasta, fiquei mais uma vez chocado e impressionado com a pressa com que se criam versões sobre o que aconteceu de uma maneira absolutamente irresponsável e desumana, porque não se sabe as circunstâncias daquela família assim como não sabiam as minhas circunstâncias. (…) Eu não quero comparar a minha situação com a de ninguém. Só quero dizer que essa situação inicial em que há uma completa ignorância da opinião pública sobre a vida daquela família e as particularidades daquelas pessoas, existe um comportamento completamente irresponsável, inteiramente desumano, quando você conecta eventualmente um vizinho afoito com um delegado falastrão (…).

Nesse caso por exemplo, eu ouvi no rádio no dia seguinte já o delegado falando, como se falasse do Big Brother, do Rafinha ou da Gyselle, dizendo que achava que aquele pai estava metido em circunstâncias muito estranhas. Esse delegado é um irresponsável, ele não tem direito de fazer isso. Ele não tinha dados, ele não tinha informações, ele abusou da sua autoridade. No momento seguinte, eu assisti na televisão à mãe da menina chegando à Polícia pra prestar depoimento e sendo quase jogada no chão pelos jornalistas que queriam arrancar dela uma informação. Isso é fim da picada, é o fim do mundo, isso é pior do que o mensalão, é pior do que corrupção, é pior do que Renan Calheiros.

As pessoas têm que prestar atenção e entender que tem gente de verdade ali naquela situação e que, depois, passado algum tempo, depois que a opinião pública, aparentemente tão preocupada em fazer justiça, cansar desse assunto, ela passa para outro assunto, mas aquela família vai ficar lá, com aquela tragédia, com aquele flagelo, numa solidão absoluta. Então é o momento de reflexão: eu sou jornalista, defendo a liberdade de imprensa, pratico a liberdade de opinião, acho um bem valioso e essencial, mas acho que uma sociedade que se quer civilizada precisa prestar mais atenção no seu comportamento.

A grande semelhança entre o caso Isabella e o meu é a covardia da opinião pública. A opinião pública é covarde. Ela não tem rosto, não sente dor. (…) Você está numa situação limite, não sabe nem se conseguirá prosseguir na vida, e está sendo massacrando por um julgamento precoce. Aí eu pergunto: (…) quem é que vai pagar esse dano moral e emocional quando o assunto sair de pauta, quando a pauta for as Olimpíadas? Porque a opinião pública é assim, né, hoje é a Isabella e amanhã é o Tibet e vamos em frente, como se fosse um grande mosaico, uma grande feira de notícias. E não é assim, existe vida real ali.

(…) E não estou falando sobre culpa ou não culpa. Eu não sei, não sei. Mas a maior certeza que tenho é de que eu não sei o que aconteceu, e as pessoas deveriam ter essa humildade. A revista Época (…) teve um comportamento interessante em sua reportagem de capa, que foi procurar levantar informações sobre a família.

Eu acho que busca da verdade e da informação é sagrada, tem que continuar a acontecer, mas de forma responsável. (…) Então, ao investigar quem eram essas pessoas, seus hábitos, como viviam e etc, você está dando vazão à curiosidade da opinião pública, à parte sadia da curiosidade, à busca por justiça e etc. Você está ajudando a esclarecer, tentando mostrar quem são as pessoas, mas não está apontando o dedo para ninguém. (…)

Estava outro dia conversando com uma repórter da Folha e ela perguntou qual seria a saída, se um código de imprensa… Um código, nada! Isso é berço, isso é um valor que você, como repórter, e eu, como repórter, devemos ter. Você tem que se sentir muito mal se você quase joga no chão uma mãe que acaba de perder uma filha. Isso é um sentimento de cada um, não é código de imprensa, não é nada. Isso é civilização, do contrário a gente chama o Elias Maluco para ser nosso primeiro ministro e julgar as pessoas como ele julgou o Tim Lopes. Pega e joga no microondas. Pra que processo? Pra que essa burocracia chata? A gente acha que é culpado e joga no microondas, queima vivo.

Isso é muito perigoso, as pessoas realmente precisam parar um pouco para pensar sobre seus valores, suas convicções pessoais. Não adianta código de imprensa, não adianta o chefe de reportagem mandar tomar cuidado, não é nada disso. Isso é de cada um.

Feliz dia do jornalista, ainda que atrasado.

—-
Abaixo, você confere o áudio do depoimento, disponibilizado no site da BandNews FM. Como eles não contam com player para sites externos, coloquei o endereço do arquivo nesse player aqui do blog, mantendo, portanto, os hits no servidor deles, para que tenham controle de quantas pessoas ouviram. A idéia é apenas disseminar o conteúdo e não roubá-lo. O link para a nota é: http://www.bandnewsfm.com.br/conteudo.asp?ID=78136. Nele, há o link para ouvir o programa diretamente do site.

Quem me passou o áudio foi a Rosana Hermann, dizendo que eu tinha que ouvir. Tinha mesmo. Assim como ela, fiquei com nó na garganta. Como ela bem definiu, foi um tapa na cara. E doeu.

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icon for podpress  Guilherme Fiúza na BandNews FM, em 08/04/08 [11:45m]: Play Now | Play in Popup

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Se há algo de positivo nessa história da Isabella Nardoni, é notar que o público hoje é bem mais crítico em relação à mídia do que há 15 ou 20 anos atrás. Na época da Escola Base, demorou a perceber o linchamento que fizeram contra o casal. Hoje, mesmo sem termos a total certeza da inocência do pai e da madrasta de Isabella, já encaramos com ceticismo o noticiário que nos é despejado.

[...] (9/4): Gustavo Jreige escreveu um excelente post sobre esse assunto no blog dele, lembrando do caso do jornalista Guilherme Fiúza, que passou por [...]

É forte mesmo.

Triste é essa necessidade do ser humano de só acordar diante de um fato tão absurdo como esse que o Fiuza passou.

Quem é o dono da verdade?

Sena, temo que esse público mais esclarecido não seja tão maior assim, apenas esteja agora sendo lido na web. Será que o grosso de pessoas percebe mesmo o linchamento?

Se continua a existir jornalismo irresponsável e cruel como o que está sendo praticado, é porque ainda tem muita gente para consumir.

Algo me diz que produzir jornalismo decentemente é mais um desejo de alguns jornalistas - como eu e certamente você - do que do público em si. Será? Espero que não.

Raphael, concordo contigo. Não sei quem é o dono, mas acredito que ele a tenha levado para bem longe do noticiário. :(

Também fiquei arrasada com esse depoimento do Fiúza. E me senti culpada, muito culpada, por cada reportagem que eu li sobre o assunto. Claro que a morte da Isabela deve ser investigada a fundo, mas e se fosse uma criança pobre? Quantas pessoas são mortas por dia nesse País e não têm a menor atenção da Polícia?

Texto sensacional, Gu. Um tapa na cara, mesmo.

Até hoje não comentei nada com absolutamente ninguém sobre esse caso, e nem pretendo. Apenas ouço comentários quietos e prefiro não formar opinião alguma por enquanto.

Mas que o texto foi ótimo, foi.

Este é um caso típico em que se tem um “CULPADO até que se prove o contrário”, uma inversão absurda impulsionada pela necessidade da “opinião pública” de punir, de jornalistas de fazer notícia e de pessoas “da lei” de fazer cara de cumprir rigoroso de seus deveres.

Oi, Gustavo.

Passei aqui para avisar que o “Tudo em Pauta” teve que mudar de nome e agora chama-se “Pauta em Dia”.

Portanto, aquele endereço http://www.tudoempauta.net deixará de ser meu em breve e agora estou usando o http://www.pautaemdia.com.br

É que tem uma assessoria de imprensa em SP com o mesmo nome, com marca registrada no INPI, e a dona me procurou ontem por conta disso. Daí, resolvi tomar as providências para não ter dor de cabeça pro meu lado.

Se por acaso você lia meus posts via feed, já atualizei o link do RSS também (tá lá no blog). :-)

Um abraço,

Alexandre

Ops… Errei o link. É http://www.pautaemdia.com, não tem o “br” no final. :-)

Oi Gustavo! Achei seu blog por acaso e adorei…Sou estudante de jornalismo e adotei esse blog!! Leio sempre e já indiquei pros meus professores….
Esse post foi maravilhoso!!! Fiquei com vontade de imprimir e andar com ele pra cima e pra baixo fazendo todo mundo ler e pensar um pouco! Espero que jornalistas com essa consiência apareçam na imprensa e evitem esses sanguessugas de colocarem nossa profissão no lixo….
Parabéns pelo blog!!

Putz!
Excelente divulgação!

Tenho em minha opinião que enquanto esse caso continuar rendendo audiência na mídia, ou continuar abafando casos como a CPI dos cartões, ou não ocorrer outro acontecimento que tire esse foco, ele estará infelizmente, presente em nossas TV’s e em nossos jornais.

Um belo tapa na cara mesmo, Gustavo. E que todos nós merecemos, eu diria.
Um detalhe que eu comentei com a minha esposa, não vi até o momento uma única prova que não fosse circunstancial.

Muito interessante o texto, dá para pensarmos em muitos pontos. Não sou jornalista e não posso falar sobre isso, mas vejo que a chamada opinião pública - da qual a imprensa faz parte e influencia diretamente - em certos momentos mostra esse lado perverso e desumano para colocar pra fora suas raivas, frustrações com o país, com a impunidade ou com a própria via. Parece uma válvula de escape. Depois tudo é esquecido, vem uma copa do mundo, um novo big brother e fim da história… triste de quem fica com ela para sempre.

Seria taxativo demais chegar aqui e dizer…
excelente texto, tapa na cara, que matéria extraordinária…
Mas NÃO vou me envergonhar de ser taxativa…
O post é tudo isso e muito mais. E mais, pode parecer coisa de gente que não tem opinião nenhuma na vida…nossa!!…mas finalmente encontrei alguém que tivésse o mesmo pensamento que o meu a respeito do caso Isabella…
parabéns mesmo…

Acho que ana Carolina Jatobá,é uma mulher frustrada,jovem,tendo que levar uma vida que talves ela não quisesse pra ela.Acho que tanto ciumes da “outra”seria por ver que a outra,estudava,namorava,enquanto ela tinha que cuidar de crianças,exclusive da filha da outra.(queria falar mais).Mas,não cabe

Ao meu ver do caso Isabella, faço uma pergunta?… Não seria possivel a mãe biologica estar envolvido no crime com a propria filha? Como as investigações andam lentas, se não foi o casal, concerteza seria algum inimigo dos dois, para julga-los e condenar por um crime que não fizeram, e seria uma pessoa próxima, capaz de pegar uma cópia da casa e armar esse crime barbaro. E porquê te pergunto da mãe biológica. Por motivo, vejo que talvez o ódio de ter perdido o namorado e com a nova namorada Carolina Jatobá, ela poderia sim ter alguma participação, na morte de Isabella. Um ódio maior que o amor que tinha pela filha. Um crime premeditado, planejado, colocando o casal como principais suspeito. Isso é somente uma hipotese cabe aos investigadores verem isso por outros olhos, muito além do laudo da pericia e das testemunhas.

sobre entrevista na Globo
1.º porque o avô d isabela foi ao prédio da Globo marcar uma entrevista com o filho é a nora, se em frente da casa dele tinha vários reporteres inclusive da globo,ñ seria + facil se ele tivesse ali chamado o reporte da globo e dizesse q queria q o filho e a nora desse uma entrevista pra ele da Globo, pra mim isso caracteriza q a entrevista foi preparada para q eles se defendesse, o Pai como advogado deve ter determinado q perguntas deveriam ser feitas através d algum contrato com a globo, pois q emissora iria recusar uma proposta d entrevistas com os acusados nenhuma

2.º eu acho que esse comportamento do avô de procurar a globo para uma entrevista exclusiva, quando ele deveria ter chamado um reporte de cada emissora para essa entrevista, eu acho que ele ja sabe que o filho é culpado, é por isso armou tudo, cada detalhe da entrevista para que as pessoas q assistissem pudessem se comover, é tanto que as perguntas não os incliminavam. no minimo esse comportamento é estranho.

PRESISAMOS MUITO DESCOBRIR QUEM MATOU ISABELLA , PORQUE SE ISTO FICAR SEM SOLUÇÃO, A TENDENCIA DA VIOLENCIA E AMENTAR MUITO , PORQUE NESTE PAIS SE MATA UMA INOCENTE E TUDO FICA NORMAL SEM OS CRIMINOSOS PAGAR PELOS SEUS CRIMES ENTÃO……….

O que me interessa não está no artigo, nem na entrevista do Jornalista Guilherme Fiuza. Me interessa que pais matam filhos a rodo. No Brasil, vi uma estatística, que nos últimos 12 anos, 520 mil crian.ças foram mortas pelos pais. Nada excepcional no caso Isabella, portanto. Me interessa também ver a imprensa, não só alimentantdo o espetáculo, mas servindo-se de porta-voz da polícia, da promotoria e também, como no caso da Globo, como escada; se prestando a manobras da defesa.
Diante disso, acho quase banal a preocupação deste texto.

520 mil crianças mortas pelos pais? O___o

Caramba, o que Guilherme Fiúza deve ter passado naquele momento, deve ter sido desolador…
Numa coisa eu tenho que concordar. A imprensa televisiva deveria ter se limitado apenas a dar notas sobre o caso e não ter transformado isso tudo em alimento para o Ibope.
Esse circo todo aliado a munição dada pelo casal Nardoni, culminaram num “axquidizque” sem precedentes.
A polícia e a justiça precisam de tranquilidade e serenidade pra trabalhar e não fazer seu trabalho sob pressão da opinião pública.
Tá muito errado tudo isso.

Alguém sabe dizer o que acontenceu com a Delegada MARIA JOSÉ FIGUEIREDO que chamou o pai de assassino na frente da imprensa? Alguém achou o site da Corregedoria da Polícia Civil de SP?

Gustavo, ficou muito bom este post!
No meio de uma overdose de “caso Isabella” na imprensa, é ótimo ler algo menos explorador, menos tendencioso e uma ótica nova sobre o fato.

Ou melhor, sobre o fato do fato.
Ótima crítica sobre como estão explorando o caso.

Eu resolvi não ouvir mais falar nisso, quando resgataram um taxista X que levou madrasta e menina numa corrida, há Deus sabe quanto tempo, e que tinha uma história sobre as duas. E ainda fazem uma entrevista longa com o rapaz. Não acho que “jornalismo investigativo” seja isso; está mais pra um sutil e disfarçado sensacionalismo.
De repente, existem tantas evidências!
E essa polícia desmedida e inconseqüente?

Seria sadio que mais um grande pessoal da mídia lesse isso. Um pouco de tino, controle, pés no chão… O caso apareceu e todo mundo cresceu demais em cima dele e o fez crescer demais! Estão todos meio de “padre voador”, subiram que nem balão e duvido que já não estejam perdidos entre tanta coisa que já divulgaram e o que é verídico de fato.

Olha tudo issso esta parecendo uma comédia, é outor negando é advogado tentando achar cilpado é televisão falando coisa com coisa, sabe é triste ligar a tv e ver tanta mentira ja não sei se os pais são culpados ou as tvs. gente chega de embromação e vamos fazer o correto, simplesmente pedir q a justiça seja feita mas feita mesmo matando os pais.

Olá, Gustavo.
Desculpa o equívoco, mas já o corrigi. Normalmente sempre peço autorização para colocar referências na Terapia de Grupo mas hoje fiz tudo meio correndo. Mas tá lá a errata^^
Abração.

Conrado, que bom que gostou, cara! Fico feliz!

Assim como você, não leio nem assisto a nada sobre o caso. Chega, já deu, deixou de ser interesse público faz tempo.

Um professor, de radiojornalismo, estava discutindo ontem com a gente sobre o caso. Ele contou de um repórter de rádio que interrompeu o jornal para entrar ao vivo com novas informações sobre o caso. Entrou e a “informação nova” era que o Alexandre tinha recusado um pedaço de pizza durante seu interrogatório. Isso é notícia? Isso é jornalismo?

Se for, tenho que procurar outra profissão, porque não é isso que quero fazer da vida não…

Um abraço!

Mário Martins de Lima, peço para que leia novamente o post e tente entender qual é a questão aqui debatida.

De qualquer forma, seguem dados da coluna de Flávio Ricco, de hoje, na Tribuna da Imprensa Online:

Dados importantes

Se alguém ainda não sabe:

- Uma criança menor de um ano é assassinada por dia no Brasil, vítima de violência. Pior: os autores da barbárie, na maioria das vezes, são os próprios pais.

- Os números são do Ministério da Saúde e do Instituto de Psiquiatria Forense do Hospital das Clínicas de São Paulo.

- Isso significa que desde a morte de Isabella Nardoni, dia 29 de março, 24 crianças foram mortas no Brasil em situações parecidas.

Pela minha idade, lembro bem desse caso e na época sofri muito pq aconteceu um pequeno acidente com meu filho e houve BO a respeito. Entretanto, devemos entender que cada caso é um caso e tirando a “euforia negativa”, devemos perceber as preliminares do caso Isabella. Se somos culpados, mesmo que sem querer por acidentes com nossos filhos e netos, precisamos ter ombridade suficiente para arcar com nossas culpas.
Um abraço

vcs estão loucos! vejam as provas da policia!não foi um acidente e nem a opinião pública esta errada!engraçado que se a opinião do povo tivesse favorecido este jornalista na época,hoje com certeza estaria ele pensando como todos estamos!no caso isabela,estes assassinos deviam ser queimados em praça pública!e o mais engraçado que a policia protege estes assassinos ate contra os cartazes que o povo faz!ou seja hoje em dia nao temos o direito nem de justiça com as mão nem de expressar nosso rancor.

deixo claro que falo sobre o caso isabela!

outra coisa,a janela do quarto não tinha digitais nao?e se isabela chegou ao apartamento ferida,onde feriram ela?

triste na verdade é saber que,aqueles que deveriam dar proteção,agrediram e mataram. Ceifaram a vida de um inocente…diante da perícia feita o pior cego é aquele que não quer ver.

A melhor maneira de demonstrar arrependimento é assumir o erro,mesmo que isso signifique sacrificar a própri vida.Alexandre e Ana Jatobá,não exite nada mais belo que um coração q bate no peito de uma criança…quem se arrepende de seus atos é digno de receber o perdão de DEUS.Caso contrário vão receber por herança o fogo do inferno que está reservado para o diabo e seus anjos…

[...] via Branco Leone- Ser da raça certa (leia toda a série), via Liberal, Libertário, Libertino- Guilherme Fiúza, a imprensa e o caso Isabella, via OutrOs OlhOs- Miolos e lingeries, via Chá Quente- Como 007 despertou o desejo da Bolívia por [...]

Discordo de vc,nao é julgamento precipitado,o povo apoia o promotor a policia e os acompanha em suas opiniões.Não acredito que o Dr Cembranelli com sua larga experiencia no crime seja nenhum irresponsavel

[...] um fato de um jornalista, Guilherme Fiúza, para reflexão. Fiúza comenta recentemente com uma emissora de rádio que já passou por um caso semelhante ao de Isabella, em [...]

policiais conhecem bem criminosos e quando não os teme, compatua com eles ate por vantagens,dai para manter a imagem e justificar seu posto, apontam alquem mesmo sabendo que pode não ser,para dar resposta a sociedade que esta avida por desgraça, e que desgraça maior que uma criança ser assasinada pelos pais,se aparecer a colaboração para esclarecer, se desqualifica dizendo que é defesa paga, como se eles tivessem fazendo um trabalho voluntario

[...] um fato de um jornalista, Guilherme Fiúza, para reflexão. Fiúza comenta recentemente com uma emissora de rádio que já passou por um caso semelhante ao de Isabella, em [...]

voce esta certo